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Fé é o tema do retiro do clero da Diocese de Criciúma

Data de Publicação
27
2019
08
Terça-feira
12h58
27 de Agosto de 2019 12h58

Teve início na noite de ontem (26) e se estende até o meio dia de sexta-feira (30), o Retiro do Clero da Diocese de Criciúma. Promovido, anualmente, pela Pastoral Presbiteral, o momento de oração e reflexão é conduzido, nesta edição, pelo Arcebispo Metropolitano de São Paulo (SP), o Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer. Cerca de 60 padres diocesanos e religiosos participam da atividade, que acontece na sede da Fundação Shalom da Família, em Linha Batista, Criciúma.

"É um retiro dos padres e os assuntos são vários. Naturalmente, relativos à vida, à missão dos padres, mas, de modo muito particular, vamos falar a partir do tema da fé. E a partir deste tema, há muitos assuntos a tratar que interessam, que importam na nossa vida, não só de padres, mas de todos os cristãos", explica o pregador do retiro, Dom Odilo.

O Cardeal chegou recentemente de sua visita pastoral às missões mantidas pelo Regional Sul 1 da CNBB na Diocese de Pemba, Moçambique. Conforme o Bispo da Diocese de Criciúma, Dom Jacinto Inacio Flach, que também participa do retiro, Dom Odilo é uma pessoa de muito testemunho e simplicidade e ajudará o clero diocesano a se renovar espiritualmente. "Creio que este retiro vai nos ajudar bastante, porque é um momento como se a gente viesse deixar chover em cima de uma terra árida, que precisa de chuva para se renovar, precisa desta umidade que, certamente, renova nosso Batismo, nossa alegria, nosso ministério de quem está servindo ao Senhor. E temos que servir da melhor maneira possível, não de qualquer jeito; temos que ser os discípulos do Mestre. Isso só se faz quando rezamos, quando deixamos Deus nos conduzir. Não é pela nossa inteligência, sabedoria que fazemos bem as coisas, mas pelo amor com que fizemos e a fé que vivemos no dia a dia. Vejo que o retiro, para mim e para os padres, seja para bispo, seja para nossos leigos, é um momento muito especial, onde deixamos chover a bênção de Deus na correria do dia a dia, quando pode ficar mais seca, mais murcha a planta da nossa fé, porque ela tem que querer continuar a crescer e produzir frutos", acentua Dom Jacinto.

O Bispo afirma que o encontro iniciou muito bem, apesar da ausência de alguns sacerdotes, devido a problemas de saúde. "A alegria está neste grande momento. A Igreja pede que se faça um retiro anual, ao menos. Os padres que não puderam participar, orientei a ler um livro, se prepararem para não ficar sem comunhão com a gente, mesmo os doentes. Este é um momento que nós não podemos, nunca, perder, senão vamos trabalhar num terreno árido, onde não se vê mais as plantas viçosas e bonitas poderem dar frutos. Esse é o objetivo todo: que possamos dar frutos no Espírito Santo!", acrescenta o Bispo.