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Bispo Diocesano

Dom Jacinto Inacio Flach

Lema Episcopal: “Anuncio-vos a misericórdia”

Segundo bispo da Diocese de Criciúma, Dom Jacinto Inacio Flach é natural de Bom Princípio (RS) e nasceu em 26 de fevereiro de 1952.

Fez seus estudos primários em sua cidade natal e os secundários em Viamão (RS), onde também estudou Filosofia, quando ingressou no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição. Estudou Teologia no Instituto Teológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Foi ordenado sacerdote no dia 07 de maio de 1988 e iniciou suas atividades naquele ano até 1989, como vigário paroquial na Paróquia Santo Antônio, em Estrela (RS).De 1995 a 1997, freqüentou, em Roma, o Pontifício Instituto de Espiritualidade Teresianum, conseguindo a licença em Espiritualidade. De 1990 a 1995 e de 1997 até 2003, foi professor e diretor espiritual no Seminário Maior de Viamão. De 1991 até 2003 foi vigário na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, na mesma cidade.

No dia 12 de novembro de 2003, o Papa João Paulo II nomeou Dom Jacinto como bispo auxiliar de Porto Alegre, com o título "Gummi di Proconsolare". No dia 05 de fevereiro de 2004, foi ordenado bispo em sua cidade natal, durante as celebrações do centenário de nascimento do Cardeal Dom Vicente Scherer. No dia 20 de fevereiro de 2004 assumiu a função de Vigário Episcopal do Vicariato de Guaíba, na Arquidiocese de Porto Alegre. Dom Jacinto também acompanhou a Pastoral Presbiteral na Arquidiocese de Porto Alegre e a Catequese na CNBB Regional Sul 3 (Rio Grande do Sul).

Com a nomeação do Papa Bento XVI, no dia 16 de setembro de 2009, Dom Jacinto passou a ser o novo bispo da Diocese de Criciúma. O início de sua missão se deu no dia 13 de novembro do mesmo ano.

Brasão Episcopal
O Brasão Episcopal é um emblema tradicionalmente utilizado pela Igreja Católica, para identificar as características pessoais do modo de evangelizar de cada bispo. O brasão de Dom Jacinto é composto de: Chapéu Prelatício, com três fileiras de borlas: significa a missão episcopal. Cruz Missioneira: sinal de salvação e esperança, lembra a evangelização. Escudo, dividido em três campos: azul, amarelo e vermelho. O azul, a cor e a letra “M” lembram Maria, Mãe de misericórdia; o coração representa o amor misericordioso de Deus. O amarelo representa a riqueza espiritual; o ramo de oliveira, a paz e a esperança, riquezas de um povo. O vermelho lembra o amor misericordioso de Deus; o cajado do pastor representa a missão de apascentar o rebanho do Senhor; o anel simboliza a fidelidade com a Igreja de Cristo e a dignidade do Filho Pródigo, que volta à casa do Pai.

ANTECESSOR

Dom Paulo Antonio De Conto
Lema Episcopal: “O meu viver é Cristo" (Fl. 1,21)

Primeiro bispo da Diocese de Criciúma, Dom Paulo Antonio De Conto nasceu em Jacarezinho, município de Encantado (RS), em 12 de outubro de 1942. Filho de Pio Luiz De Conto e Rosina Francisca Pretto De Conto, veio de uma família de 12 irmãos, sendo ele o quarto filho.

Aos 11 anos, em 1954, ingressou no Seminário de Arroio do Meio. Passou depois pelo Seminário de Gravataí e finalmente no Seminário Maior de Viamão, onde concluiu os estudos para o sacerdócio.

A Ordenação Sacerdotal aconteceu no dia 13 de julho de 1968, na cidade de Encantado.Em 15 de setembro, ocorreu a Ordenação Episcopal, na Catedral São João Batista, em Santa Cruz do Sul e, em 05 de outubro de 1991, Dom Paulo iniciou sua missão na Diocese de Cáceres, em Mato Grosso.

Dom Paulo assumiu a Diocese de Criciúma no dia de sua instalação, em 15 de agosto de 1998. No dia 02 de julho de 2008, foi nomeado para ser o primeiro bispo da nova diocese de Montenegro (RS). Em 31 de agosto, o bispo celebrou com o povo os 10 anos da Diocese de Criciúma, despedindo-se desta Igreja Particular.

Brasão Episcopal
Insígnias Episcopais: chapéu prelatício verde forrado de vermelho com três fileiras de borlas e cruz processional de ouro.

Vinculado ao lema episcopal, no qual Cristo é o supremo apanágio deste pastor, o ipsilon é a cruz grega representativa de Jesus Crucificado, sendo, portanto, a peça principal do Escudo.O campo azul superior é Mariano, traduz o plano transcendental da salvação que tem como fiadora Nossa Senhora: Mãe de Deus e da Igreja, Rainha do Universo e da Nova Evangelização.Imitando a vida temporal, o vermelho das vicissitudes faz alusão a São Paulo, cujo nome tomou o bispo no seu Batismo, que adota por divisa palavras paulinas, basilares e constantes da Carta aos Filipenses.A aliança com Deus e com os irmãos está simbolizada nas três argolas, também expressivas da fidelidade.Complementam a emblemática da vida terrena, o trevo firmado no escudete de prata e os peixes, ambos litúrgicos e também ecológicos. Estas duas figuras, respectivamente da flora e da fauna, são elementos da vida terrestre. O trevo representa a Santíssima Trindade. Os peixes vindos da água - símbolo de vida - representam a Eucaristia e a partilha dos alimentos.Palavra de Deus e Eucaristia são fontes de espiritualidade, testemunho, evangelização e inspiradoras do lema "Mihi vivere Christus".