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ANO DA MISERICÓRDIA: fique por dentro

Data de Publicação
04
2015
12
Sexta-feira
09h39
04 de Dezembro de 2015 09h39

O Ano Santo Jubilar da Misericórdia terá início com a abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro, no dia 8 de dezembro de 2015, na Solenidade da Imaculada Conceição, e será encerrado no dia 20 de novembro, na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. A abertura do Jubileu coincidirá com o cinquentenário do encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II, que aconteceu em 1965 e reveste este Ano Santo de um significado especial, encorajando a Igreja a prosseguir a obra iniciada no Concílio.
 
LOGOTIPO E LEMA

O lema "Misericordiosos como o Pai" (retirado do Evangelho de Lucas, 6,36) propõe viver a misericórdia no exemplo do Pai que pede para não julgar e não condenar, mas perdoar e dar amor e perdão sem medida (cfr. Lc 6,37-38).
 
O logotipo - obra do Padre jesuíta Marko Rupnik - apresenta-se como uma pequena suma teológica do tema da misericórdia. Mostra, na verdade, o Filho que carrega aos seus ombros o homem perdido, recuperando uma imagem muito querida da Igreja primitiva, porque indica o amor de Cristo que realiza o mistério da sua encarnação com a redenção. O desenho é feito de tal forma que realça o Bom Pastor que toca profundamente a carne do homem, e o faz com tal amor capaz de lhe mudar a vida. Além disso, um detalhe não é esquecido: o Bom Pastor com extrema misericórdia carrega sobre si a humanidade, mas os seus olhos confundem-se com os do homem. Cristo vê com os olhos de Adão e este com os olhos de Cristo. Cada homem descobre assim em Cristo, novo Adão, a própria humanidade e o futuro que o espera, contemplando no Seu olhar o amor do Pai. A cena é colocada dentro da amêndoa, também essa figura cara da iconografia antiga e medieval que recorda a presença das duas naturezas, divina e humana, em Cristo. As três ovais concêntricas, de cor progressivamente mais clara para o exterior, sugerem o movimento de Cristo que conduz o homem para fora da noite do pecado e da morte. Por outro lado, a profundidade da cor mais escura também sugere o mistério do amor do Pai que tudo perdoa.
 
ORAÇÃO PARA O JUBILEU DA MISERICÓRDIA
 
Senhor Jesus Cristo, Vós que nos ensinastes a ser misericordiosos como o Pai celeste, e nos dissestes que quem vos vê, o vê a Ele, mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos. O vosso olhar amoroso libertou Zaqueu e Mateus da escravidão do dinheiro; a adúltera e Madalena de colocarem a felicidade nas coisas criadas; fez chorar Pedro depois da traição e assegurou o Paraíso ao ladrão arrependido. Fazei que cada um de nós escute, como se nos fossem dirigidas, as palavras que dissestes à samaritana: "Se tu conhecesses o dom de Deus!"
 
Vós sois o rosto visível do Pai invisível, do Deus que manifesta a sua onipotência sobretudo com o perdão e a misericórdia: fazei que a Igreja seja no mundo o vosso rosto visível, seu Senhor ressuscitado e glorificado. Vós quisestes que os vossos ministros fossem também revestidos de fraqueza, para sentirem como justa a compaixão pelos que estão na ignorância e no erro: fazei com que todos os que se aproximam de cada um dos vossos ministros sintam-se acolhidos, amados e perdoados por Deus.
 
Enviai o vosso Espírito e consagrai-nos a todos com a sua unção, para que o Jubileu da Misericórdia seja um ano de graça do Senhor e a vossa Igreja possa, com renovado entusiasmo, levar a alegre mensagem aos pobres, proclamar a libertação aos cativos e oprimidos e restaurar a vista aos cegos. Nós vo-lo pedimos, por intercessão de Maria, Mãe de Misericórdia, a vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém.

O que é o Ano Santo?
A celebração do Jubileu se origina no judaísmo. Consistia em uma comemoração de um ano sabático que tinha um significado especial. A festa se realizava a cada 50 anos. Durante o ano os escravos eram libertados, restituíam-se as propriedades às pessoas que as haviam perdido, perdoavam-se as dívidas, as terras deviam permanecer sem cultivar e se descansava. Era um ano de reconciliação geral.
 
O que significa Jubileu?
A palavra Jubileu se inspira no termo hebreu de yobel, que se refere ao chifre do cordeiro que servia como instrumento musical. Jubileu também tem uma raiz latina, iubilum que representa um grito de alegria. Na tradição católica, o Jubileu consiste em que durante um ano se concedem indulgências aos fiéis que cumprem certas disposições estabelecidas pelo Papa. O Jubileu pode ser ordinário ou extraordinário. A celebração do Ano Santo ordinário acontece em um intervalo a cada 25 anos, com o objetivo de que cada geração experimente pelo menos uma em sua vida. Já o Ano Santo Extraordinário se proclama como celebração de um fato destacado. O Jubileu proclamado pelo Papa Francisco é um Ano Santo Extraordinário.
 
O Jubileu da Misericórdia foi proclamado pelo Papa Francisco para ser vivido intensamente em cada Igreja particular, permitindo a qualquer pessoa encontrar a misericórdia de Deus Pai através da missão viva da Igreja. O sinal mais evidente de tal pastoral é a possibilidade de abrir as Portas da Misericórdia em cada diocese. Estas portas, semelhantes às Portas Santas das basílicas papais de Roma, permitirão fazer a peregrinação jubilar também àqueles que não puderem ir à Roma. 

Portas da Misericórdia
É da responsabilidade do Bispo estabelecer em que igreja abrir a Porta da Misericórdia, que deverá ser aberta em cada diocese do mundo (cfr. MV 3). Além da Porta da Misericórdia escolhida para a diocese, os ordinários diocesanos poderão também dispor a abertura de mais Portas da Misericórdia em santuários de particular importância, especialmente naqueles lugares frequentados por muitos fiéis onde estes possam encontrar o abraço misericordioso do Pai na confissão (cfr. MV 3). É bom que a possibilidade extraordinária da indulgência jubilar seja reconhecida pelos fiéis como uma oportunidade fora do comum, vivida como momento particularmente forte para um caminho de conversão. Isso acontecerá também através da justa valorização deste sinal especial que é a Porta da Misericórdia.
 
Por que abrir uma porta no Ano Santo?
A Porta Santa, na Basílica de São Pedro, em Roma, só se abre durante um Ano Santo e significa que se abre um caminho extraordinário para a salvação. Na cerimônia de abertura, o Papa toca a porta com um martelo três vezes, enquanto diz: "Abri as portas da justiça, nelas entraremos para dar graças ao Senhor". Depois de aberta, entoa-se um canto de Ação de Graças e o Papa atravessa esta porta com seus colaboradores.
 
Abertura das Portas da Misericórdia
Após o início solene do Ano Santo - marcado pela abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro, no Vaticano, no dia 8 de dezembro - todas as Igrejas particulares abrirão a própria Porta da Misericórdia, em comunhão com a Igreja de Roma, na celebração eucarística do III Domingo do Advento (Domingo Gaudete), 13 de dezembro.
 
Igrejas Jubilares
Cada uma das quatro basílicas papais de Roma (São Pedro no Vaticano, São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo fora dos Muros) tem uma Porta Santa. Estas são igrejas jubilares onde se desloca em peregrinação para obter a indulgência, satisfazendo as condições estabelecidas. São igrejas jubilares também as Basílicas da Terra Santa. No resto do mundo, são a considerar igrejas jubilares a Igreja e os eventuais santuários nos quais cada ordinário do lugar tiver disposto a abertura de uma Porta da Misericórdia. No caso de Roma, às quatro basílicas papais acrescentam-se as três igrejas que, junto delas, compõem o tradicional itinerário das "sete igrejas", ou seja: São Lourenço fora dos Muros, Santa Cruz de Jerusalém e São Sebastião fora dos Muros. A importância da peregrinação por ocasião do Jubileu permite redescobrir e praticar este itinerário penitencial deixado aos romanos por São Filipe de Néri, no século XVI. Portanto, também a peregrinação a cada uma destas igrejas será ocasião para viver a indulgência jubilar.
 
Depois de atravessar a Porta
Depois de atravessar a Porta Santa ou a Porta da Misericórdia, ou que se tenha verificado uma das outras circunstâncias que o Papa Francisco concedeu para que se possa obter a indulgência (por exemplo, para os doentes, para os presos e para quem realizar uma obra de misericórdia), para além das habituais condições que exigem um coração disponível para que a graça possa trazer os frutos desejados, os fiéis deverão deter-se em oração para realizar os últimos atos necessários: a profissão de fé e a oração pelo Papa e pelas suas intenções. Esta oração será, pelo menos, um Pai-Nosso - a oração que o próprio Jesus nos ensinou para nos dirigirmos ao Pai como filhos - mas podem-se-lhe acrescentar outras. Em particular, tendo em conta o espírito particular deste Ano Santo, sugere-se a bonita oração do Papa Francisco para o Jubileu e, para concluir o momento de oração, uma invocação ao Senhor Jesus Misericordioso (por exemplo, "Jesus Misericordioso, eu confio em Ti").
 
Por que o Papa proclamou este ano?

No dia 11 de abril, na Oração das Vésperas da Festa da Divina Misericórdia, o Papa Francisco apresentou a Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, intitulada Misericordiae Vultus (O Rosto da Misericórdia). Na ocasião, o Santo Padre explicou as razões de se proclamar um Ano Santo. Segundo ele, porque a Igreja é chamada, neste tempo de grandes mudanças, a oferecer com mais vigor os sinais da presença de Deus. Outro motivo é para que a Igreja cumpra a missão dada a ela por Jesus: ser sinal e instrumento da misericórdia do Pai a todos os homens e mulheres. "Por isso que o Ano Santo deverá manter vivo em nós o desejo de levá-la aos que sofrem, aos que estão sem esperança de serem perdoados, de serem amados pelo Pai (...) Um Jubileu para que possamos perceber o calor do amor de Deus quando nos carrega em seus ombros e nos traz de volta à casa do Pai; para nos tornarmos testemunhas da misericórdia. É o tempo favorável para tratar as feridas, para não cansarmos de ir ao encontro daqueles que esperam os sinais da proximidade de Deus", frisou.
 
Principais pontos da Bula Misericordiae Vultus

1. A Porta da Misericórdia, que poderá ser aberta em todas as dioceses no mundo, fato inédito até o presente momento, e que deverá permanecer aberta durante todo o Ano Santo (MV 3).
2. O lema "Misericordiosos como o Pai", pois temos a prova de como Deus nos ama. Ele dá tudo de si mesmo, para sempre, gratuitamente e sem pedir nada em troca (MV 14).
3. As obras de misericórdia, sejam elas corporais (dar de comer aos famintos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, etc.) ou espirituais (aconselhar os indecisos, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, rezar pelos vivos e defuntos) (MV 15).
4. A iniciativa "24 horas para o Senhor", uma grande vigília a ser celebrada na sexta-feira e no sábado anteriores ao IV Domingo da Quaresma, e que deverá ser incrementada nas dioceses (MV 17).
5. Os missionários da misericórdia, indicados pelos bispos, serão sacerdotes que receberão autoridade para perdoar mesmo os pecadores reservados à Sé Apostólica (MV 18).
6. A indulgência, um presente oferecido a todos aqueles que, percorrendo os caminhos da misericórdia, experimentam a santidade da Igreja que participa em todos os benefícios da redenção de Cristo, para que o perdão se estenda até as últimas consequências aonde chega o amor de Deus (MV 22).
 
O que fazer neste Ano?
Na Bula Misericordiae Vultus, o Papa Francisco sugere algumas iniciativas que podem ser vividas em diferentes etapas:
- Realizar peregrinações.
- Praticar as obras de misericórdia.
Intensificar a oração.
Passar pela Porta Santa em Roma ou na Diocese.
Perdoar a todos.
Buscar o Sacramento da Reconciliação.
Superar a corrupção.
Receber a indulgência.
Participar da Eucaristia.
Fortalecer o ecumenismo.
Converter-se.
 
Peregrinações serão importantes na busca pela Misericórdia
Recentemente, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella, anunciou que Roma já se encontra pronta para o Ano Santo da Misericórdia. Segundo ele, junto à Cidade Eterna, vários lugares da Itália também se preparam para receber milhares de pessoas que não querem perder os diversos eventos desse tempo jubilar que compreende, entre suas atividades, as peregrinações. Segundo informou a agência Zenit, já estão se preparando itinerários com pontos de chegada nas estações do metrô de Roma, entre elas a de Cipro, Lepanto e Ottaviano, que se vincularão com a Basílica de São Pedro, com caminhos alternativos que compreenderão entre 15 e 25 quilômetros.
Sendo um sinal peculiar do Ano Santo, a peregrinação não se restringe à cidade de Roma. Conforme o Papa, cada pessoa deverá fazer, segundo suas próprias forças, uma peregrinação. Lembra que a peregrinação inicia interiormente, começando pelo ato de não julgar e nem condenar, perdoar e dar, valendo como etapa dessa jornada. Em seguida vem o esforço por peregrinar, seja a alguma Porta Santa, seja para um Santuário, seja para um lugar de significado religioso expressivo.
 
As Obras de Misericórdia
A experiência da misericórdia torna-se visível pelo testemunho concreto. Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente, obterá a indulgência jubilar.
 
Obras Corporais
Dar de comer aos famintos.
Dar de beber aos que têm sede.
Vestir os nus.
Acolher o estrangeiro.
Visitar os enfermos.
Visitar os encarcerados.
Sepultar os mortos.
 
Obras Espirituais
Aconselhar os duvidosos.
Ensinar os ignorantes.
Admoestar os pecadores.
Consolar os aflitos.
Perdoar as ofensas.
Suportar com paciência as injustiças.
Rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos.
 
O que é indulgência?
Indulgência é a remissão diante de Deus da pena devida aos pecados, cuja culpa já foi perdoada. Cada vez que alguém se arrepende e se confessa, é perdoado a culpa dos pecados cometidos, mas não a pena. Por exemplo, se alguém mata uma pessoa e se arrepende, depois pede perdão e procura o Sacramento da Penitência, receberá o perdão. Contudo, como repassar o mal cometido que tirou a vida de alguém? Por isso, permanece uma pena após o perdão. Essa situação pode ter um indulto, uma indulgência, que a Igreja oferece em certas condições especiais e quando o fiel está bem disposto a buscar a santidade de vida, aproximando-se cada vez mais de Deus. A Igreja pode oferecer a indulgência pelos méritos de Cristo, de Maria e dos santos que sempre participam da obra da salvação.
 
Como receber a indulgência?
Para receber a indulgência todos são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. É importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e à Celebração da Eucaristia, com uma reflexão sobre a Misericórdia. Será necessário acompanhar essas celebrações com a profissão de fé e com a oração pelo Papa, para o bem da Igreja e do mundo inteiro.
 
Há indulgências para os falecidos?
A indulgência pode ser obtida também para os que faleceram. A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na Celebração Eucarística, também podemos, no grande mistério da Comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na felicidade sem fim.
 
E para os doentes e idosos?
Para eles, será de grande ajuda viver a enfermidade e o sofrimento como experiência de proximidade ao Senhor que, no mistério da sua paixão, morte e ressurreição, indica o caminho para dar sentido à dor e à solidão. Viver com fé e esperança este momento de provocação, recebendo a comunhão ou participando na Celebração Eucarística e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação, será, para eles, o modo de obter a indulgência jubilar.
 

Jubileu tem calendário oficial
O calendário dos principais eventos do Jubileu da Misericórdia foi publicado pelo Vaticano. No site dedicado ao evento (www.im.va), disponível também em português, é possível consultar todas as datas, começando com o dia 08 de dezembro de 2015, Solenidade da Imaculada Conceição, e abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. A abertura da Porta Santa da Basílica de São João em Latrão e nas Catedrais do Mundo será feita alguns dias depois, em 13 de dezembro. Já a abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior, será feita no primeiro dia do ano de 2016, único evento previsto para o mês de janeiro.
 
Em fevereiro, destaque para o Jubileu da Vida Consagrada e encerramento do Ano da Vida Consagrada, e o Jubileu da Cúria Romana. No mês de abril, o Papa convoca o Jubileu dos adolescentes, de 13 a 16 anos, no Domingo de Páscoa. Em junho, será a vez dos doentes e das pessoas com deficiência celebrarem o seu Jubileu. Os jovens o viverão em Cracóvia, na Polônia, na Jornada Mundial da Juventude, em julho. Setembro será o mês dos catequistas. Outubro, o Jubileu Mariano. A novidade, em novembro, é o Jubileu dos Presos, na Praça São Pedro, no dia 6. No dia 13, haverá o Encerramento da Porta Santa nas Basílicas de Roma e nas Dioceses. E no dia 20, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, o encerramento da Porta Santa em São Pedro e conclusão do Jubileu da Misericórdia.
 
Como será celebrado o Jubileu da Misericórdia na Diocese de Criciúma?
 
Na Diocese de Criciúma, o Ano Santo da Misericórdia será marcado por atividades e celebrações especiais.
 
13 de dezembro de 2015
09h: Santa Missa com Abertura da Porta Santa no Santuário Diocesano Nossa Senhora de Caravaggio, em Nova Veneza.
19h: Santa Missa com Abertura do Ano Santo da Misericórdia na Catedral São José, em Criciúma.

24 de dezembro de 2015
Santa Missa com Abertura da Porta Santa na Catedral São José, em Criciúma.

04 e 05 de março de 2016
Vigília "24 horas para o Senhor" em todas as comunidades da Diocese de Criciúma.
 
Durante a Quaresma
Mutirões de Confissão em todas as paróquias da Diocese de Criciúma.
 
03 de abril de 2016
Festa da Divina Misericórdia, no Santuário Diocesano do Coração Misericordioso de Jesus, em Morro Bonito, Içara.
 
30 e 31 de julho de 2016
Vigília dos Jovens, no Santuário Diocesano Nossa Senhora de Caravaggio (em sintonia com a Jornada Mundial da Juventude, Cracóvia/Polônia).
 
28 de agosto de 2016
Caminhada Vocacional e Peregrinação dos Crismandos, do trevo de Rio Maina até o Santuário Diocesano Nossa Senhora de Caravaggio.
 
Peregrinações Temáticas
Durante o ano, serão celebradas peregrinações temáticas: dos servidores públicos, dos agentes de segurança, dos profissionais de saúde e de educação, das famílias de encarcerados e dependentes químicos. No início do ano de 2016, serão divulgadas as datas e locais das peregrinações. Também as paróquias, após a Solenidade de Pentecostes, terão seus dias de peregrinação.
 
13 de novembro de 2016
09h: Santa Missa e Fechamento da Porta Santa no Santuário Diocesano Nossa Senhora de Caravaggio, em Nova Veneza.
19h: Santa Missa e Fechamento da Porta Santa na Catedral São José, em Criciúma.

Com informações do site Jovens Conectados