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5. A Igreja em Estado Permanente de Missão

116. Jesus Cristo, o grande missionário do Pai, envia seus discípulos em constante atitude de missão. Quem se apaixona por Jesus Cristo deve transbordá-lo no testemunho e no anúncio de sua pessoa e mensagem. A Igreja existe para anunciar, por gestos e palavras, a pessoa e a mensagem de Jesus Cristo. Fechar-se à dimensão missionária implica fechar-se ao Espírito Santo atuante, impulsionador e defensor. Em toda a sua história, a Igreja nunca deixou de ser missionária. Em cada tempo e lugar, esta missão assume perspectivas distintas (cf. CNBB, DGAE 2011-2015, n. 30).

117. Neste redescobrir missionário, emerge, em primeiro lugar, o papel de cada pessoa batizada em todos os lugares e situações em que se encontrar. Trata-se do testemunho pessoal, base sobre a qual o explícito anúncio haverá de ser construído. Depois surge a urgência de se pensar estruturas pastorais que favoreçam a realização da atual consciência missionária. Esta “deve impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais”. Não se trata, portanto, de conceber a atitude missionária ao lado de outros serviços ou atividades, mas de dar a tudo que se faz um sentido missionário, estabelecendo, neste conjunto de atividades desenvolvidas, algumas urgências que ajudem todos os batizados a efetivamente se reconhecerem como missionários (cf. CNBB, DGAE 2011-2015, n. 33-35).