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2. Dimensão Celebrativa

205. As Celebrações litúrgicas dos Sacramentos e demais celebrações são “o cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, é a fonte donde emana toda a sua força” (SC, n. 10). As celebrações devem trazer presente a vida e a realidade da comunidade, tendo em vista a participação ativa, frutuosa e consciente de todos no Mistério Pascal de Cristo, para que se constituam em vida e salvação.

206. A exemplo das primeiras comunidades cristãs, as celebrações valorizem o sentido do Mistério: sejam alegres, solenes e com simplicidade, e que elas expressem seu compromisso libertador na defesa da vida, e assim possam celebrar com dignidade a sagrada liturgia.

207. A celebração dos sacramentos seja realizada também nas comunidades, não apenas na comunidade da Matriz, permitindo assim que as pessoas valorizem e participem mais intensamente da vida de sua comunidade.

208. As Paróquias devem investir na formação e no acompanhamento da Pastoral Litúrgica, a saber: liturgia, música e canto litúrgico, espaço litúrgico, coroinhas, ministros da palavra, ministros extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística e demais ministérios e serviços de celebrações.

209. Compete às Paróquias promover uma efetiva formação permanente de todo o povo de Deus, de modo sistemático, progressivo e orgânico, considerando os mais variados aspectos da vida litúrgica.

210. Incutir nas lideranças que toda celebração é a celebração da comunidade. Não existem “celebrações” ou “missas” deste ou daquele grupo ou movimento. Estes podem ser responsáveis pela sua animação. Igualmente, não existe uma “missa que cura e liberta” e outra não.

211. Para a realização de eventos e atividades de algum movimento ou pastoral nas comunidades, respeitem-se os dias e os horários que a comunidade costumeiramente reserva para sua celebração.

212. As datas que marcam as lutas dos trabalhadores e dos movimentos populares podem ser celebradas com liturgias próprias.

213. Em todas as comunidades aconteçam celebrações dominicais, sejam Eucarísticas ou da Palavra.

214. Ao serem definidos os horários das celebrações nas comunidades, leve-se em conta a realidade das mesmas.

215. Os grupos musicais e corais deverão seguir as orientações litúrgicas e integrar-se às equipes de celebração, de modo que todos possam participar ativamente das celebrações, conforme prevê a norma litúrgica.

216. Que as celebrações litúrgicas valorizem a experiência dos fiéis e sua vivência de fé, evitando-se a pressa e a intelectualização.

217. Nas celebrações especiais, nos encontros de grupos ou movimentos eclesiais específicos, sejam sempre seguidas as orientações da Igreja Diocesana.

218. Cabe às Paróquias ficarem atentas às pessoas impossibilitadas de participar das celebrações dominicais, de modo especial por causa do trabalho, incentivando-as a participarem em outros momentos.

219. As Igrejas estejam abertas aos domingos, pelo menos por alguns horários e durante a semana as Igrejas matrizes e aquelas em locais de presença de muitas pessoas.

2.1. Sacramentos

220. “Os sacramentos destinam-se à santificação, à edificação do Corpo de Cristo e, ainda, ao culto a ser prestado a Deus” (SC, n. 59). Os sacramentos supõem a fé, mas ao mesmo tempo instruem, orientam, fortalecem e a exprimem. Eles transmitem a graça e, ao mesmo tempo, preparam os fiéis “do melhor modo possível para receberem frutuosamente a graça, cultuarem devidamente a Deus e praticarem a caridade” (SC, n. 59).
a) Sacramentos da Iniciação Cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia.
b) Sacramentos da Opção Cristã: Matrimônio e Ordem.
c) Sacramentos de Cura: Penitência e Unção dos Enfermos.

2.1.1. Sacramento do Batismo

221.
Batizados em nome da Santíssima Trindade, este Sacramento nos faz participantes da Igreja: somos do Pai o seu Povo, do Filho o seu Corpo e do Espírito Santo o seu Templo. Como dizia são Gregório de Nazianzo: o Batismo é o mais belo e o mais magnífico dos dons recebidos de Deus: é dom de graça que nos faz filhos e filhas de Deus; é dom de unção que nos consagra e fortalece para o serviço do Reino; é dom de iluminação que nos concede a luz da fé e nos coloca no caminho do discipulado; é dom de veste que nos cobre com a promessa da imortalidade; é dom de purificação que nos banha e regenera; é dom de selo que nos marca para sempre na família divina, na comunidade cristã, na Igreja de Jesus rumo ao Senhorio de Deus. O Batismo é o fundamento e a porta que abre o acesso aos demais Sacramentos e a vida em Cristo, incorporando-nos à Igreja e nos faz participantes de sua missão.

Acolhida:

a) Muitos pais e padrinhos que apresentam crianças para o Batismo não participam da vida comunitária. No entanto, a comunidade deve valorizar profundamente o desejo de uma família em batizar a criança. Esta é uma oportunidade para dialogar com a família e esclarecer o profundo significado do Batismo.

b) A Acolhida para o Batismo é um momento privilegiado de evangelização. Portanto, a primeira atitude de quem acolhe os que procuram o Batismo, é manifestar alegria e interesse pelo novo membro da família e da comunidade.

c) Orientar sempre para que, na medida do possível, as inscrições para o Batismo sejam feitas com antecedência.

d) No ato da inscrição para o Batismo solicitar os seguintes documentos e comprovantes:
* Certidão de nascimento da criança (a criança deve ser batizada com o mesmo nome do seu registro civil).
* Comprovante dos Encontros de Preparação para Pais e Padrinhos.
* Certidão de casamento religioso dos pais e padrinhos, quando isso for possível.
* Comprovante do Dízimo dos pais e padrinhos, levando em consideração os casos especiais.

e) Na inscrição de filhos(as) de mães ou pais solteiros(as) devem-se anotar os dados conforme constem no documento do Registro Civil.

f) Na inscrição de filhos(as) adotivos(as), constará o nome dos pais conforme consta no Registro Civil. Se a adoção ainda não estiver finalizada, anota-se o nome dos pais naturais. Ao vir a certidão definitiva cancela-se este assento, fazendo uma observação no livro e se faz o lançamento de um novo registro, com o nome dos pais adotantes.

g) Cuidem, no entanto, os padres, ministros do batismo, secretárias(os) das paróquias e Pastoral do Batismo que, a falta de algum destes documentos, não seja motivo para negar o Batismo, sem uma orientação ou encaminhamento.

h) A fim de evitar possíveis constrangimentos junto aos familiares, os casos especiais que requeiram tomadas de decisões, sejam resolvidos pelos párocos e não pelas(os) secretárias(os) paroquiais, devendo os mesmos ser atendidos em lugares reservados e não na presença de outras pessoas na secretaria da Paróquia.

Pais e Padrinhos:

i) Os pais do batizando costumam pedir um padrinho e uma madrinha para o batismo de seu filho. Sejam estes orientados a não convidar padrinhos e madrinhas além do previsto. Porém, caso insistam, podem ser admitidos como testemunhas, mas seus nomes não constarão no registro de batizados da Paróquia.

j) Quanto aos padrinhos, que eles sejam católicos, tenham recebido os sacramentos da iniciação cristã: batismo, eucaristia e crisma, apresentando bom testemunho de vida e consciência do compromisso que irão assumir (CIC, n. 874-877).

k) O cristão não católico, só pode ser testemunha, não padrinho ou madrinha do batismo.

l) Quanto aos pais que não estiverem unidos pelo sacramento do matrimônio, procure-se, com caridade e zelo pastoral, acolhê-los e conscientizá-los da importância do mesmo para uma sadia vivência cristã e educação de seus filhos, sem obrigá-los a casar para batizar e sem negar o batismo à criança.

m) As pessoas que acolhem os pais quando estes vêm apresentar seus filhos para serem batizados, devem saber que, para uma criança ser licitamente batizada, é necessário que:

* Os pais, ou ao menos um deles, ou quem legitimamente faz as suas vezes, consintam.

* Haja fundada esperança de que será educada na religião católica; se esta esperança faltar de todo, o batismo seja adiado segundo as normas da Igreja Católica, orientando-se os pais sobre os motivos.

n) Após a idade de 7 anos, as pessoas que não tenham sido batizadas, sejam admitidas ao Batismo após um verdadeiro catecumenato, com adequada preparação e vivência na comunidade, seguindo-se o Rito de Iniciação Cristã de Adultos (RICA).

o) Em situações especiais, tais como, crianças filhas de pais e mães solteiras(os) ou de uniões que não podem ser regularizadas, realize-se o batismo após conscientização e preparação dos pais sobre o compromisso que irão assumir perante Deus na educação da fé dos filhos. Sejam os mesmos acolhidos para participarem da Comunidade Eclesial.

Preparação de Pais e Padrinhos:

p) Toda a paróquia promova encontros de preparação de pais e padrinhos. Esses encontros devem seguir as orientações e materiais sugeridos pela Diocese.

q) Os encontros sejam bem preparados, com uma boa equipe, alternando-se, por exemplo, reflexões, orações, cantos, celebrações com os símbolos do Batismo, grupos de trabalho, vídeos, estudos de texto, momentos de convivência e entrega de folhetos para continuação da preparação em família.

r) Quanto à preparação para pais e padrinhos, seja organizada a Pastoral do Batismo, para que juntamente com a Pastoral Familiar e Catequética assumam este serviço na Comunidade. Mas considere-se também a possibilidade dos mesmos serem preparados e acolhidos junto aos Grupos de Famílias ou pelos serviços e comunidades. Haja uma atenção especial para os que estão impossibilitados de participarem nos horários estabelecidos pela paróquia.

s) As pessoas responsáveis pelos Encontros de Preparação para Pais e Padrinhos de Batismo, sejam criteriosamente escolhidas pela Comunidade, devendo as mesmas ter uma boa formação cristã, estar em comunhão com a Igreja e participar da vida da comunidade eclesial.

Quanto à Celebração:

t) As paróquias ofereçam modelos de celebrações, orações ou reflexões para serem feitas pelas famílias, por Grupos de Famílias ou famílias vizinhas como preparação próxima do Batismo.

u) O Batismo seja celebrado, de preferência, na paróquia onde moram ou participam os pais, como sinal de inserção do batizando na comunidade de fé. Nas cidades, com mais de uma paróquia, leve-se mais em conta a escolha do local de participação da comunidade eclesial do que a divisão territorial das paróquias.

v) Para batizar em outra paróquia, requer-se a devida autorização do pároco.

w) A Celebração do Batismo deve ser na Igreja ou no local onde a comunidade se reúne e incentivando a participação da comunidade.

x) Haja uma equipe que prepare e participe da celebração tornando-a solene, viva e dinâmica.

y) Fora do caso de doença grave da criança, a celebração do Batismo não seja feita em casas particulares, maternidades ou em outros lugares.

z) Tenham as paróquias dias e horas previstos para a celebração do Batismo.

aa) Ocasionalmente, em vista de uma catequese litúrgica, a celebração do Batismo pode ser feita na própria celebração da Missa ou na celebração Dominical da Palavra.

ab) Na Celebração do Batismo valorizar o Ritual aprovado pela Igreja, procurando enriquecê-la com a criatividade própria da Comunidade, para tornar agradável esta liturgia, incentivando a participação dos presentes e ressaltando a graça do próprio sacramento do Batismo.

Casos Especiais:

ac) Estejam as Paróquias atentas às diferentes situações que chamamos de Casos Especiais:
* Criança gravemente doente pode ser batizada pelos pais ou outra pessoa. Quando recuperada, seja pela família encaminhada para sua paróquia para complementação do ritual e registro.
* As Paróquias tenham conhecimento dos nomes das Igrejas cujos batizados são considerados válidos, bem como os não considerados válidos, segundo o Código de Direito Canônico, Cânon 869.

2.2.2. Crisma ou Confirmação

222.
“A crisma é o sacramento da confirmação do compromisso batismal, agora assumido publicamente pelo crismando. Por este sacramento o cristão é ungido com o mesmo Espírito de Cristo: “Recebei o Espírito Santo, dom de Deus”. E é enviado para testemunhar o Evangelho. “Como o Pai me enviou eu também vos envio”. Esse testemunho deve ser vivenciado na Igreja, na sociedade e no mundo, vivendo em comunidade, participando de pastorais, ministérios, organizações e movimentos populares. Revivendo a experiência de Pentecostes, o crismando é consagrado para a missão através da palavra e da ação, construindo sinais de um mundo novo, sinais do Reino de Deus. “Voltem e contem o que vocês viram e ouviram. Os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mudos falam, os mortos ressuscitam e a Boa Notícia é anunciada aos pobres”(Lc 7,22).

Quanto à preparação:

a) A catequese para o Sacramento da Crisma seja um aprofundamento da vida cristã, uma confirmação do compromisso do Batismo e oportuna motivação para o engajamento na Comunidade.

b) Que a catequese crismal esteja profundamente ligada à vida, às experiências e problemas dos(as) crismandos(as), e tenha forte enfoque vocacional incentivando e acompanhando os jovens na sua busca.

c) No decorrer da catequese crismal, promovam-se encontros com os pais dos crismandos e, se possível, com os padrinhos. Sejam eles conscientizados sobre o Sacramento da Confirmação e participem ativamente desta preparação e celebração.

d) Como preparação mais próxima para a celebração da Confirmação, é conveniente que se promova um dia de oração e reflexão com os(as) crismandos(as).

e) Ainda como preparação próxima, todos os(as) crismandos(as) devem ter a oportunidade para fazer a sua confissão.

f) Proporcionar, dentro da formação catequética, maior contato com a Palavra de Deus incentivando o exercício da Leitura Orante da Bíblia, para que o crismando saiba cada vez mais unir fé e vida, palavra e ação.

g) Oriente-se para que os(as) próprios(as) crismandos(as) solicitem o Sacramento da Crisma.

Quanto à celebração do sacramento:

h) A celebração da Crisma será presidida pelo bispo ou por um sacerdote delegado pelo bispo.

i) A celebração litúrgica do Sacramento da Crisma destaque a missão do cristão na graça e força do Espírito Santo levando o crismando a assumir seu compromisso com a comunidade eclesial.

j) A celebração do Sacramento aconteça também nas comunidades menores, de acordo com as disponibilidades de horários do Bispo.

k) A renovação das Promessas do Batismo seja feita, preferencialmente, numa celebração alguns dias ou semanas antes da celebração da Crisma.

l) A recepção do sacramento da Crisma aconteça numa bem preparada Celebração Eucarística da comunidade. Os cantos sejam bem conhecidos para que todos possam participar, cantando. Valorizar a riqueza de símbolos e ritos próprios deste sacramento, bem como os cantos que expressem seguimento a Deus, envio e missão.

m) É importante que a comunidade e familiares participem. Que a celebração seja simples e bela, não tenha caráter de encerramento ou formatura, mas de continuidade da vida cristã.

Quanto ao engajamento (compromisso):

n) Que a comunidade toda esteja envolvida abrindo espaço para a atuação dos jovens e adultos e sustentando-os com seu testemunho de Igreja participativa e comprometida com o povo e com o Reino de Deus (cf. CNBB, doc. 61, n. 38-44).

o) É conveniente que cada confirmando(a) assuma algum serviço concreto na comunidade, mesmo que pequeno, como sinal de seu engajamento. Para tanto se faz necessário que o crismando conheça os serviços e ministérios eclesiais e as atividades que a comunidade desempenha.

p) Ao encerrar o processo formal de preparação para a crisma, os(as) catequistas proporcionem, junto aos jovens, momentos fortes para fazerem uma opção consciente, de modo que os mesmos possam descobrir se querem, de fato, assumir este compromisso ou preferem adiar, para fazê-lo num momento mais oportuno.

2.2.3. Eucaristia

223.
É a memória e a atualização da presença de Jesus Ressuscitado. É a raiz e o eixo da vida de toda a comunidade. É o centro da vida sacramental conduzida pela Palavra. A Eucaristia é o sacramento que aponta, realiza e alimenta o Projeto da Partilha. A Eucaristia é fonte de missão e vida solidária. “Pela Celebração Eucarística já nos unimos à liturgia do céu e antecipamos a vida eterna, quando Deus será tudo em todos” (CIgC, n. 1326).

a) A Celebração do Sacramento da Eucaristia seja o centro vital de nossas comunidades, celebrando a vida e a história da caminhada do povo de Deus. Por isso deve-se ter o cuidado de prepará-la com antecedência, para levar a comunidade a viver de forma concreta o que é celebrado.

b) A Celebração da Eucaristia deverá realizar-se num clima festivo e num horário que favoreça a participação da comunidade.

Para receber a Comunhão, recomenda-se:

c) Testemunho do seguimento de Jesus na família, na comunidade cristã e na sociedade.

d) Disposição de assumir e praticar a justiça nas relações sociais, econômicas e políticas.

e) Reconciliar-se com os irmãos e irmãs.

f) Estar em comunhão consigo mesmo, com Deus, com os irmãos, com o meio ambiente e com a Igreja.

g) Devem-se evitar celebrações de missas em eventos “oficiais” e “sociais” (formaturas, debutantes, 15 anos, posses de autoridades...) que não favoreçam o verdadeiro sentido da Eucaristia. Prefira-se, para estes momentos, a Celebração da Palavra ou outra prece apropriada. E quando houver celebração de formatura com colação de grau, que a colação de grau aconteça em outro ambiente.

h) Cuide-se, com especial carinho, dos doentes e idosos, facilitando-lhes a Sagrada Comunhão em casa e nos hospitais, asilos...

Condições para ter a guarda do Santíssimo na comunidade:

i) Haja Comunidade organizada, Celebração da Palavra, Grupos de Famílias.

j) Haja segurança e limpeza na Igreja e alguém responsável por este ministério.

k) Haja Ministro da Comunhão, devidamente preparado, conforme orientação da Diocese.

l) Mantenha-se a Igreja aberta em alguns momentos para que as pessoas possam fazer sua adoração ao Santíssimo.

m) Na comunhão, ao receber a hóstia consagrada na mão, deve-se manifestar o respeito pela presença real de Cristo na Eucaristia. Por isso, insista-se sobre a nobreza que deve revestir o gesto dos fiéis: as mãos devem ser um trono ou um presépio para receber Jesus Cristo. Na prática: a mão esquerda deve estar sobre a direita, para que se possa tomar facilmente a hóstia com a mão direita e levá-la à boca. Para os que são canhotos podem inverter as mãos.

n) De acordo com os ensinamentos da Igreja, insista-se no “Amém” que o fiel pronuncia como resposta à fórmula do ministro: “O Corpo de Cristo”. O “Amém” deve ser uma afirmação de Fé.

o) A pessoa que recebe a comunhão, leva-a à boca, ficando com o rosto voltado para o altar, antes de regressar ao seu lugar.

Celebração da Primeira Eucaristia:

p) A celebração da Primeira Eucaristia se realize, de preferência, em pequenos grupos, possibilitando maior participação da comunidade e, sempre que possível, a comunhão sob as duas espécies.

q) A Renovação das Promessas do Batismo seja, preferencialmente, feita numa celebração alguns dias ou semanas antes da celebração da Primeira Comunhão Eucarística.

r) Celebre-se o sacramento da Penitência, com atendimento individual dos catequizandos e, se possível, de seus pais e padrinhos, próximo à primeira Eucaristia.

s) Na celebração da Primeira Comunhão Eucarística, sejam observados o espírito de simplicidade evangélica, a sobriedade no vestuário e na decoração e a discrição na filmagem e na fotografia.

2.2.4. Matrimônio

224.
Deus criou a humanidade por amor, também a chamou para o amor, vocação fundamental e inata de todo o ser humano, pois a humanidade foi criada à imagem e semelhança de Deus que é amor (cf. CIgC, n. 1604). Daí decorre a unidade e a indissolubilidade do matrimônio a serviço da vida e do compromisso com a comunidade. Celebrar o Sacramento do Matrimônio é sinal de comunhão e de testemunho cristão na vida e na missão do batizado que participa plenamente da caminhada da Igreja.

Acolhida

a) Os párocos, vigários paroquiais e demais agentes de pastoral, ajudados pelas diversas pastorais, em especial a Pastoral Familiar, procurem dar aos jovens desde a adolescência, uma verdadeira educação para a família baseada no amor, diálogo e respeito.

b) Na preparação dos papéis para o matrimônio, sigam-se as determinações do Direito Canônico e da CNBB. Com o prazo mínimo de um mês de antecedência, os noivos apresentem-se em sua Paróquia, trazendo os seguintes documentos:
* Formulário de habilitação da Diocese devidamente preenchido. Mas cabe ao sacerdote fazer a entrevista contendo dados pessoais, declaração assinada pelos noivos de que não estão detidos por qualquer impedimento ou proibição e que aceitam o sacramento do matrimônio.
* Certidão autêntica do batismo, com data não anterior há seis meses.
* Apresentação do comprovante do dízimo.
* Atestado de óbito do cônjuge anterior, quando se tratar de viúvo ou viúva.
* Nome de duas testemunhas de vivência cristã.
* Comprovante de participação no Encontro de Preparação para o Matrimônio.
* Justificação de batismo, quando alguém apresentar certidão negativa.

c) Recomenda-se ao padre que na paróquia faça a entrevista aos noivos, dando a este encontro uma significativa dimensão pastoral.

d) Caso morem em diferentes paróquias, podem escolher livremente uma delas, sem necessidade de licença do outro pároco. Os proclamas devem ser feitos em ambas as paróquias, com trinta dias de antecedência.

e) Para as situações especiais sobre casamento, ter presente as orientações previstas no Código de Direito Canônico e as orientações da Diocese.

Preparação para o Matrimônio

f) A preparação para o matrimônio, para a vida conjugal e familiar, é de importância relevante para o bem da Igreja. Por isso, tenham as Paróquias este serviço organizado, a fim de oferecer aos noivos condições para que assumam este sacramente com consciência e fé cristã.

g) É preciso sempre orientar as famílias que a melhor formação cristã que prepara para o casamento é aquela recebida da própria família. Por isso, a preparação para o casamento assumida pela comunidade eclesial, não pode estar dissociada de um crescimento na fé, alimentada na vivência familiar e na participação na vida da comunidade.

h) A preparação próxima para o casamento seja feita em todas as Paróquias, através dos Encontros de Preparação para o Matrimônio, tendo para isso uma equipe devidamente preparada, seguindo sempre as orientações dos documentos da CNBB.

i) Os nubentes sejam motivados, durante os encontros, a buscar a confissão em preparação à celebração do Sacramento do Matrimonio.

j) Para os Encontros de Preparação para o Matrimônio será utilizado o “Guia de Preparação para o Matrimônio” da CNBB, que orienta sobre os temas essenciais a serem trabalhados, a saber:
* O amor conjugal
* O conhecimento de si mesmo e do(a) outro(a)
* O diálogo
* O exercício da sexualidade humana
* Planejamento familiar
* O sacramento do matrimônio
* A celebração litúrgica do matrimônio
* Aspectos jurídico-canônicos do matrimônio.

k) Além dos temas acima citados, nos encontros contemplem-se também outros temas ligados à realidade da família.

l) A Pastoral Familiar procure, sim, promover cursos de formação com a finalidade de criar um quadro de pessoal capacitado para orientar os Encontros de Preparação para o Matrimônio, de modo que os mesmos contemplem, dentre outras, as áreas: bíblico-teológica, litúrgico-sacramental, noções de direito canônico no que se refere ao matrimônio civil e religioso, realidade sócio-econômica-política-cultural, eclesiologia, pastoral e realidade diocesana.

Celebração

m) O matrimônio seja celebrado na Paróquia de um dos noivos. Se por motivo justo tiver que ser celebrado em outra paróquia, deverá ser apresentada a transferência da paróquia de origem de um dos noivos. No caso de transferência para fora da Diocese, o documento deverá ser autenticado pela Cúria Diocesana, pois trata-se de um instrumento canônico.

n) Preservando-se o caráter religioso da celebração do Matrimônio, não é permitido celebrar em locais como: clubes, salões de empresas, cinemas, teatros, salões de restaurantes, chácaras e sítios de recreio, recantos de lazer e diversão, fazendas, shopping centers, mas somente nas Igrejas devidamente provisionadas para o culto, onde a comunidade costumeiramente se reúne para celebrar.

o) A celebração do matrimônio seja uma liturgia bem preparada pela equipe de celebração e animada com músicas e cantos que inspirem o sentido cristão. Não se utilizem músicas de filmes, novelas e teatros ou outros cantos profanos nas cerimônias matrimoniais.

p) Haja devida informação aos fotógrafos, floriculturas, cinegrafistas, cerimonialistas sobre os momentos centrais do matrimônio, solicitando-lhes discrição no seu trabalho e lembrando que a coordenação da celebração é da Igreja.

q) A ornamentação seja simples e bela evitando qualquer tipo de aparato externo marcado pela ostentação.

r) Não é permitido ao Padre ou Testemunha Qualificada para o Matrimônio, realizar bênçãos de casais (ou bênção das alianças) daqueles que celebram cerimônia não religiosa ou apenas civil em suas casas ou em outros ambientes. Não podemos simular celebrações religiosas de casais que não se habilitam para o matrimônio segundo as orientações da Igreja.

s) Quando houver dificuldade de assistir a um matrimônio e se fizer necessário solicitar ajuda de outra paróquia, esta tarefa é do pároco e não dos noivos ou de seus familiares.

2.2.5. Ordem

225. “Todo sacerdote, escolhido dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas que dizem respeito a Deus” (Heb. 5,1). “O presbítero é um homem de Deus. Só lhe é dado ser profeta na medida em que tenha feito a experiência do Deus da Vida. Só esta experiência o fará portador de uma palavra poderosa para transformar a vida pessoal e social dos homens” (P, n. 693).

Quanto aos Seminários e Casas de Formação:

a) Os candidatos ao Presbiterado da Diocese de Criciúma são formados nos Seminários da Diocese.

b) Em nossa Diocese foram acolhidos e estão presentes também os Seminários Religiosos: Rogacionistas Pio XII, em Pinheirinho, Criciúma; Orionitas, em Siderópolis e os Servitas, em Turvo.

c) Os Seminários, Casas de Formação Religiosas e Equipes Vocacionais, estejam integrados entre si e assumam, de forma conjunta e dinâmica, a Pastoral Vocacional e caminhem em sintonia com o Plano de Pastoral da Diocese de Criciúma.

d) Cada Seminário da Diocese de Criciúma tenha seu regimento de acordo com as Diretrizes da Formação Presbiteral e em sintonia com o Plano Diocesano de Pastoral.

Quanto à Formação:

e) A equipe de Formadores do Seminário diocesano seja constituída de padres diocesanos, leigos e leigas e seminaristas, que tenham entre outras qualidades, vida comunitária, visão de conjunto, dedicação, responsabilidade e espiritualidade.

f) Os candidatos ao Presbiterado sejam formados para caminhar em unidade com a Igreja Diocesana e com o Presbitério e estejam em sintonia com o Plano de Pastoral e as Orientações Pastorais aprovadas em Assembleia.

g) Nas celebrações de ordenação, tenha-se o cuidado de não colocar em relevo a pessoa do ordenando, exageros com aparatos festivos, que não condizem com a caminhada da Igreja local, ofuscando o verdadeiro sentido do serviço, da missão e do ministério que está assumindo. Orienta-se para que as celebrações sejam assumidas e preparadas junto ao Conselho de Pastoral da Paróquia onde se realizará a celebração.

Quanto aos Presbíteros:

h) A acolhida ao povo de Deus, às lideranças, e de modo particular aos pobres e excluídos, e pessoas que procuram pelos serviços da Igreja, deverá ser uma característica forte dos Presbíteros de nossa Diocese.

i) Em espírito de colegialidade e de comunhão com a Igreja Particular, os Presbíteros devem assumir as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil, o Plano de Pastoral, as urgências e Orientações Pastorais da Diocese.

j) Os Presbíteros procurem participar da Associação de Presbíteros do Sul de Santa Catarina (APRESC), para organização e exercício de sua cidadania, bem como da Pastoral Presbiteral.

k) Aos Presbíteros que pretendem assumir uma profissão, além da provisão para a qual foram designados, pede-se que não assumam sem o consentimento e orientação do Bispo e do Conselho Presbiteral.

l) É preciso que todos os Presbíteros se coloquem sempre à disposição para uma maior rotatividade e dinamismo na caminhada pastoral da Diocese.

m) Os Presbíteros, quando transferidos para uma nova Paróquia, procurem conhecer a realidade, as lideranças e os serviços ali existentes, respeitando a caminhada feita, tendo sempre o cuidado para não criticar o trabalho feito pelo seu antecessor. As mudanças que se fizerem necessárias, deverão acontecer através dos espaços de participação, de modo especial, os Conselhos.

n) Os Presbíteros Religiosos, que estão atuando nas paróquias e seminários, fazem parte do Presbitério da Diocese de Criciúma. Procurem, portanto, engajar-se na caminhada pastoral, nos momentos de estudos, encontros e celebrações da Comarca onde residem e da Diocese. Procurem, também, assumir o Plano Diocesano de Pastoral, bem como seguir as orientações dadas aos padres diocesanos.

2.2.6. Sacramento da Penitência

226.
É o Sacramento que manifesta o amor e a misericórdia de Deus Pai que tanto amou o mundo que enviou o seu Filho, o Verbo encarnado no seio puríssimo da Bem-aventurada Virgem Maria, na graça do Espírito Santo, não para condená-lo, mas para salvar «o povo dos seus pecados» (Mt 1,21) e abrir-lhe «o caminho da salvação» (cf. Missal Romano, prefácio do Advento). “Aqueles que se aproximam do Sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina, o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para a sua conversão com caridade, exemplo e orações” (LG 11). Neste Sacramento, reconhecemos nossa fragilidade e limitação humana, invocamos a necessidade da graça e restauração divina, e proclamamos a grandeza de nosso Deus Misericordioso, num ato litúrgico que manifesta nossa fé e confiança em sua Palavra e no seu amor. Este Sacramento pode ser chamado de Sacramento da Conversão, da Penitência, da Confissão, do Perdão ou da Reconciliação.

Quanto à orientação dos fiéis:

a) Divulgar a doutrina da Igreja quanto à obrigação «de confessar fielmente os pecados graves, ao menos uma vez ao ano, por meio da confissão individual, como meio ordinário, sendo o Tempo Quaresmal o mais oportuno para isto.

b) Haja sempre uma preocupação catequética para o Sacramento da Reconciliação que esclareça o rito, a fórmula e a teologia, reforçando os passos necessários para uma boa confissão e os atos próprios do penitente.

c) Sendo a confissão individual um meio ordinário para a pessoa consciente se reconciliar com Deus, consigo e com a comunidade, lembrar que existem os meios extraordinários, mas que estes não podem substituir, pura e simplesmente, a confissão individual.

d) Como meios extraordinários de celebrar a penitência na vida cristã, três formas devem ser principalmente apresentadas: o jejum (que exprime a conversão a si mesmo), a oração (a conversão a Deus) e a esmola (caridade na conversão com os outros). A conversão e a penitência encontram sua fonte e o seu alimento na Eucaristia. Ainda devem, ser citados, como meios de obter o perdão dos pecados, os esforços empreendidos para reconciliar-se com o próximo na correção fraterna, as lágrimas de penitência, a preocupação com a salvação do próximo, a leitura da Sagrada Escritura, a intercessão dos santos, o cuidado com os pobres, o exercício da defesa da justiça e do direito, a direção espiritual, a aceitação dos sofrimentos e a firmeza em meio a perseguição por causa da justiça (cf. CIC, n. 1434-1435).

Quanto à celebração:

e) A celebração do Sacramento da Penitência, na sua estrutura fundamental, compreende necessariamente, além da participação do ministro (só Bispo ou presbítero), os atos do penitente em sua contrição, confissão e satisfação.

f) Promovam-se momentos oportunos para a confissão individual, lembrando os sacerdotes do sagrado direito que as pessoas têm de serem atendidas individualmente em confissão. Para isso, haja horários determinados favoráveis aos fiéis e que todos os sacerdotes, com faculdade de administrar o Sacramento da Penitência, mostrem-se sempre e plenamente dispostos a administrá-lo todas as vezes que os fiéis o peçam.

g) O local próprio para celebrar o Sacramento da Reconciliação seja a Igreja e o espaço para isto preparado – a capela da reconciliação ou o confessionário. Na ausência deste, preparar devido local que favoreça sua celebração, visto que é uma ação litúrgica sacramental.

h) É importante que sejam realizadas celebrações da misericórdia, de acordo com as orientações e manuais litúrgicos da Igreja.

i) Evitar o recurso abusivo à «absolvição geral» ou «coletiva», de modo que esta deixa de ser vista como meio extraordinário em situações totalmente excepcionais, para tornar-se prática constante, que leva a tendência ao abandono da confissão pessoal, perdendo-se a fidelidade à configuração divina do Sacramento.

j) A Celebração Comunitária da Penitência (confissão comunitária), sendo um modo extraordinário do Sacramento da Reconciliação, aconteça num contexto celebrativo devidamente preparado, e a absolvição coletiva seja realizada apenas quando não houver possibilidade de atender convenientemente em confissão individual (exceto para catequizandos de Primeira Eucaristia e Crisma).

k) Nos momentos oportunos do ano litúrgico como a Quaresma e o Advento, ou outro momento próprio da comunidade, poderá ser organizada a celebração individual de confissões, com a entreajuda dos padres da comarca ou paróquias vizinhas.

2.2.7. Unção dos Enfermos

227.
Os Evangelhos mostram o quanto Jesus se preocupou com o cuidado corporal e espiritual dos doentes (cf. Jo 9; Mc 9, 14-28; Lc 8, 43-48), ordenando aos discípulos que fizessem o mesmo. A partir da Comunidade de Tiago, temos o testemunho: “Alguém está enfermo? Mande chamar os Presbíteros da Igreja e estes façam orações sobre ele, ungindo-o com o óleo, em nome do Senhor. A oração da Fé salvará o enfermo e o Senhor o restabelecerá. Se ele cometeu pecados, serão perdoados” (Tg 5, 14-15).

a) O atendimento solícito aos enfermos deve se constituir numa das atividades prioritárias da pastoral. É um momento privilegiado de evangelização e solidariedade humana para com a pessoa enferma e para com a família.

b) Para o acompanhamento pastoral dos enfermos, devem-se realizar trabalhos de formação dos Ministros da Comunhão em conjunto com a Pastoral da Saúde e da Pastoral da Pessoa Idosa.

c) A Unção dos Enfermos é um sacramento da comunidade. Sempre que possível, faça-se do sacramento uma celebração com a presença de alguns membros da comunidade e da família. Este sacramento é ministrado pelo padre.

d) Incentivar, motivar, conscientizar as comunidades e os serviços de pastoral a refletir sobre o sacramento da Unção do Enfermo como sacramento da vida, da saúde, da esperança.

e) O Sacramento da Unção dos Enfermos pode ser ministrado aos idosos, antes de viagens longas, cirurgias e em perigo de morte. Também podem-se programar celebrações comunitárias com a Unção dos Enfermos, como dia dos Enfermos, e dos Idosos...

f) As Paróquias e as Comunidades solicitem das famílias, que estas comuniquem quando houver casos de doentes que queiram receber este sacramento ou queiram a presença dos Ministros da Comunhão.

2.2.8. Sacramentais

228.
Os sacramentais são sinais sagrados pelos quais, à imitação dos sacramentos, as pessoas recebem a graça de Deus. Eles não conferem a graça em si, à maneira dos sacramentos, mas são caminhos que conduzem a ela, ajudando a santificar as diferentes circunstâncias da vida. Eles podem levar à vida de fé e amor.

229. Os sacramentais são expressos também por uma grande devoção popular, um sentido de religiosidade cristã que acompanha a vida sacramental da Igreja, como as visitas aos santuários, as peregrinações, as procissões, a Via-Sacra, o Rosário...

230. Em todos os atos de religiosidade popular sempre estar atento para que não se afaste da centralidade do Mistério Pascal de Jesus, consequentemente o encontro e o seguimento a Jesus Cristo.

231. A Oração do Rosário auxilia na meditação dos grandes mistérios de nossa fé. Seja incentivada a oração do terço nas famílias e nas Igrejas, de modo especial nos meses dedicados à espiritualidade mariana.

232. Durante o período da Quaresma, além das Vias-Sacras em famílias, possam também ser programadas nas Igrejas, com toda a comunidade.

233. A Adoração ao Santíssimo Sacramento, como culto Eucarístico fora da Missa, faça parte da programação de nossas paróquias e comunidades. Nas Igrejas Matrizes ao menos uma vez por mês.

234. Como meio de evangelização, na valorização da religiosidade popular, estar atento e realizar bênçãos das casas, objetos, pessoas doentes...

235. Em preparação às festas dos padroeiros e padroeiras, celebrações especiais do Ano Litúrgico, aconteçam tríduos, novenas, semanas de intensa evangelização...

236. A adoração ao Santíssimo com bênção é culto Eucarístico para ser celebrado fora da Missa, nunca durante a Missa.